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Debatendo Teses zilakolling

Page history last edited by zila regina kolling 13 years, 11 months ago

 

 

Argumentador 

Zilá Regina Kolling

Revisor 1 

Maria Margarete Canabarro

Revisor 2 

Maria Inês Dalpiás Oliveira

 

 

 

 

Teses

Posicionamento Inicial

(concordo/discordo/não sei decidir)

 

Argumentação

(obrigatório para todos posicionamentos)

 

Comentários

(análise dos revisores)

 

Réplica

(contra-argumentação do autor)

 

Posicionamento revisado

(modificação ou fortalecimento do inicial)

 

1 - Os humanos percebem o mundo de diferentes formas, usando diferentes sentidos. A linguagem textual não é suficiente para exprimir todas elas. Portanto, explorar o uso de diferentes mídias, facilita a descrição de nossas percepções. 

Concordo plenamente.

Se tomarmos em conta que tudo o que exprimimos, encontra os sentidos de outros indivíduos que como se refere a própria tese, percebem o mundo de diferentes formas, o uso de diferentes mídias propicia que através de alguma delas , ou da mescla de algumas delas, ou até de todas, consigamos nos aproximar da forma de perceber do outro, facilitando o encontro de percepções.

Concordo com a colega, pois acredito que as relações com o meio e com os outros são nossos balizadores quando construímos percepções e noções de tudo que nos cerca. Então, o uso de diferentes mídias vem acrescentar valor a estas percepções e sentidos.

Percebo que nossas argumentações são complementares.

Ambas percebemos a importância do uso das diferentes mídias e tecnologias como facilitador e amplificador de aprendizagens.

Permaneço com minha posição inicial. Sabedores de que cada aprendiz é único, seja qual for sua faixa etária, o uso de diferentes mídias e tecnologias facilita que se contemple a todas as possilidades de construção de aprendizagens através do encontro com diferentes percepções. Os outros são nossos balizadores, como disse a colega e devemos sempre, como educadores nos autoavaliarmos deixando para trás métodos de uniformização de visão de mundo.

Os argumentos aqui colocados só vem a acrescentar,pois entendo a criança como diferente e única, e nós que precisamos estar atentos para estes diferentes, necessitamos de ferramentas que vão além das textuais.

Concordamos em nossas idéias. Todas as crianças, e portanto todos os jovens,adultos e idosos são diferentes e únicos. Quanto mais diversidade mais alcance de percepções. 

2 – A exposição dos alunos, de forma continuada e sem restrição, a um ambiente informatizado, é uma boa maneira de promover transformações na escola.

Concordo 

O acesso contínuo a um ambiente informatizado contribui para transformações, pois coloca o aluno em posição de autoria, no sentido da apropriação cada vez maior das possibilidades existentes nas ferramentas tecnológicas. Porém, devemos cuidar  da proposta pedagógi ca, pois senão, estaremos pregando o construtivismo  e usando na prática o apriorismo, supondo que os alunos possuem todas as referências sozinhos, que não existe a necessidade de intervenção mediadora do educador.

A colega tem razão quando afirma que as transformações na escola estão colocando os alunos no papel de protagonistas de sua aprendizagem, porém acredito que algumas restrições são necessárias para que o uso da informática não seja banalizado e cada um faça o que bem deseja. É muito importante que haja um norte a seguir, objetivos e projetos claros para o uso da informática na educação são extremamente importantes.

Também aqui encontramos equivalência em nossas análises.

Pensamos que o acesso frequente a um ambiente informatizado potencializa a posição de sujeito de aprendizagem, porém, sempre tendo em vista a mediação do professor, caso contrário estaremos nos utilizando de uma pedagogia apriorista.

As colegas com suas análises fortaleceram meu pensamento. A condiçãode possibilitar ao aluno a situação  de sujeto de suas aprendizagens, através das mídias e tecnologias é tremendamente superior a outras condições aprensentadas em sala de aula.

Os argumentos são totalmente positivos ao que penso. O professor como mediador, nunca estará de fora neste processo. Como diz a colega Margarete, o planejamento é a base para a construção de conhecimento.

Também concordo com a colega. Não existe como desenvolver aprendizagem não sei de onde parto e onde quero chegar. O planejamento é o fio que liga essas duas pontas. 

3 – Embora o uso de diferentes mídias torne as atividades mais atrativas, usá-las sem uma proposta pedagógica que favoreça a aprendizagem significa apenas “adornar” o que é feito sem elas.

Concordo plenamente.

Inicício minha argumentação com um exemplo: Certa vez li um cartoon, em que se viam duas imagens. Em uma a professora com com uma vareta na mão apontando a tabuada no quadro, e todos os alunos sentados em fila repetindo num processo de pura memorização.2x2.3x2. etc...Na outra imagem via-se um data show, a professora com uma vareta apontando no telão a tabuada e todas as crianças em fila cada uma com seu computador, repetindo 2x2.3x2, etc... Esse é um caso típico em que o uso de uma mídia em sala de aula, somente adorna o que já era feito sem ela. Deve não só haver uma proposta pedagógica, pois esta pode ser uma proposta diretiva, mas sim uma proposta de mudança, em que as crianças possam participar. Aprendendo sobre a própria ferramenta, quando se trata de um computador, de forma a poder buscar sozinho muitas informações.

Concordo com a colega, pois repetir no data-show a aula do “quadro-negro e giz”, além de estarmos subutilizando o espaço e os equipamentos, não leva o aluno a pensar, aprender a pesquisar, criticar, ou seja construir conhecimento.

 

Mais uma concordância. Gostei do termos utilizado pela colega. "subutilização"de espaços e equipamentos. Um método diretivo  pode se mimetizar, passando por inovador. Pode utilizar as tecnologias como forma de impressionar, apenas.

É bastante comum que muitos professores pensem estar utilizando as tecnologias como inovação, sem fornecer substância ao ato. Na história da educação, métodos se sucedem sem o questionamento de que concepção pedagógica os  embasa .  O desconhecimento do quanto as ideologias estão introjetadas em nossa personalidade, em nossa visão de mundo, mascara a percepção do que realmente seja transformador e o que seja apenas um novo visual.

Assim como na sala de aula nossas propostas seguem planejamento organizacional,  o uso das mídias, apesar do número grande de opções, não devem ser confundidas com aulas livres, pois tecnologias na escola é um encaminhamento muito eficaz e que proporciona aumento nos aprendizados.

É preciso saber utilizá-las como parte integrante das aulas.

Realmente, como já nos referimos anteriormente, sem planejamento e sem organização não há possibilida de intervenção pedagógica. Além do mais temos de ter clareza quanto a qual pedagogia estamos utilizando. Se for

empirista, diretiva, então qualquer mídia e tecnologia funcionará como adorno.

4 – Não é necessário que os professores sejam bem preparados para o uso de mídias e tecnologias digitais, basta interagir com os alunos. Eles já sabem como usá-las.

Discordo.

Mesmo com a existência das lan houses. Minha experiência com os alunos frequentadores da escola pública, me indica, que a maioria das crianças não tem acesso à computadores. Muitas até possuem celular, e algumas máquinas fotográficas, mas não sabem lidar completamente com esses instrumentos. Nesse momento de estágio, pude comprovar como as crianças ainda não sabiam usar o computador para situações básicas. Talvez nas classes dominantes possa acontecer isso, porém acredito que o professor deve sempre estar em aula munido de sua proposta. Deve ser um mediador construtivista. Esperar somente dos alunos é utilizar-se do apriorismo, certamente.

A colega tem razão, nem todas as crianças tem as mesmas possibilidades quando se refere a novas tecnologias. Se estamos comprometidos realmente com a aprendizagem do nosso aluno, não podemos nos omitir de tudo que nos cerca atualmente, aprender a utilizar as mídias e tecnologias em sala de aula é um dos deveres de todo professor que está intencionalmente mobilizado para a transformação social da sociedade.

A colega tocou em um ponto importante que nos aproxima; o nosso compromisso moral como educadores. Se acreditamos em transformação social, que seja capaz de democratizar espaços e bens culturais devemos levar a sério nossa atividade profissional, utilizando-a como um agente dessa transformação.

Já me repetindo, lembro o nosso compromisso moral como educadores. Se  realmente concordamos com uma proposta construtivista, qua passa por uma gestão democrática da escola, não só temos que  incentivar nossos alunos, como devemos lutar para que o acesso á diferentes mídias e tecnologias seja possível na escola pública. 

É necessário, conforme colocam as colegas. Porém o que se observa é uma geração de professores que realmente tem entraves com as tecnologias. O preparo vem auxiliar e provar que aprendizagens não precisam de idades, mas sim de boa vontade.

Concordo com a colega. Muitos professores formados também dentro de uma pedagogia diretiva, olham com receio o uso das tecnologias, pois exige preparo no sentido de atualização constante. As tecnologias se sucedem aprimorando-se num tempo muito veloz. No entanto, compreendo que  seja tão difícil a mudança por parte desse professores, considerando-se a formação de uma vida inteira. 

5 – O contato da criança (0 a 10 anos) com as tecnologias digitais prejudica o seu desenvolvimento  intelectual.

Discordo, frontalmente.

Pelo contrário. Sabemos na área da educação, que a criança, desde a mais tenra idade, quando colocada frente a diferentes estímulos e experiências, mais capacidade desenvolve de resolver situações, pois sabemos que quando todas as coisas são colocadas em relação umas com as outras, acontece a abstração reflexionante. Na fase operatório concreta que acontece mais ou menos dos 7aos 10 anos, então, que segundo Erikson é a fase da curiosidade a respeito de como as coisas funcionam e para que servem, o uso das mídias e tecnologias diferenciadas, torna-se um grande canal de aprendizagens diversas e de potencialização de descobertas.

Concordo com a colega, esta é uma idéia antiga e ultrapassada.  O uso das mídias e tecnologias de forma adequada, com objetivos claros e definidos  potencializa o desenvolvimento intelectual das crianças, levando-os a aprenderem novas formas de se relacionar com o conhecimento, tornando-os desde bem cedo autores da sua aprendizagem.

Se entendemos o construtivismo como uma forma de colocar todas as situações e vivências, em relação, além delas em relação com o conhecimento já acumulado pela humanidade, as tecnologias na escola só poderiam prejudicar o aluno, se não houvesse  a intervenção do professor auxiliando o aluno a direcionar de forma positiva sua utilização.

Todos os grandes teóricos da educação afirmam da necessidade do estímulo em todas as áreas do desenvolvimento infantil,nunca esquecendo de que haja equilíbrio,preparo, sensatez por parte de um educador, seja ele um educador  trabalhando em um berçario, ou no ensino fundamental. As tecnologias, quando colocadas dentro de uma proposta pedagógica construtivista só tem a potencializar o desenvolvimento cognitivo infantil. Atualmente já se comprova científicamente a importância do uso das tecnologias como recurso no auxílio ao desenvolvimento de PNNEs.

Em nada atrapalha no seu desenvolvimento, pelo contrário, é desenvolvida uma gama de outras habilidades, que vem colaborar na construção dos conhecimentos, com o diferencial que a colega Margarete nos fala tão bem: autores em suas aprendizagens.

Essa tese sempre me lembra Montessori, que foi grandiosa em seu tempo, elaborando materiais específicos para a facilitação de aprendizagens. Acredito que em nosso tempo, seria uma grande adepta do uso das diferentes mídias e tecnologias como incentivadoras de criação e desenvolvimento cognitivo. 

6 - Sem o uso da diferentes mídias e das tecnologias digitais estamos alfabetizando para trás.

Concordo.

Sem o uso das mídias, como já disse,estamos isolando a escola de um espectro de visão de mundo. Porém, ainda sem as tecnologias, como educadores, não podemos esquecer que existem várias outras formas de aproximar as crianças da elaboração de suas visões sobre o mundo que as cerca. As visitas, os passeios, o contato com material concreto, o cinema, o  teatro, a contação de histórias, enfim,  substituem  o uso das as tecnologias mas mesmo quando há a possibilidade de uso delas, essas atividades contribuem para a expressão do ser. O uso das midias e tecnologias é um recurso extremamente produtivo, mas não é o único existente.

A colega tem razão, não devemos ficar colocar tantas expectativas no uso das mídias e tecnologias, entretanto acredito que elas nos oferecem possibilidades infinitas de construção e autoria pelo aluno do seu próprio conhecimento.

Realmente,  a partir do surgimento do computador, e do desenvolvimento de todas as outras mídias e tecnologias que lhe seguiram, não lutar pela inserção da escola pública nesse mundo virtual, é demarcar um espaço reduzido na produção de conhecimento dentro da escola.

A capacidade de criação humana é surpreendente, mesmo sem as mídias, porém tomando em conta o que seja a realidade, e que o espaço virtual é parte dela, não utilizar as mídias é não proporcionar ao aluno uma formação que o insere na realidade social. E como já me referi, é perder o espaço de transformação positivo para um espaço de perversão e violência, muitas vezes. 

Penso que mesmo que a escola não ofereça espaços de mídias para aprendizagens escolares, eles mesmos buscarão informações e utilizarão sem nossa interferência, como já o dominam. Corremos o risco então, de não falarmos a linguagem que está no meio deles. Além de que as TD são suporte importante nas aulas, proporcionando aos nossos alunos aprendizagense opções diferenciadas das cotidianas.

Penso também que quando a escola que é o espaço educacional por excelência não oferece e não acompanha o ritmo de desenvolvimento da sociedade, perde seus alunos para outros espaços, como shoppings, lan houses, casas de vídeogames, e outras. Sabemos que nesses espaços, existe um grande incentivo à violência e à individualidade. 

7 - Usar mídias e TD na escola, é modismo, afinal elas já existem há muito tempo e nem por isso precisamos delas na escola.

Discordo.

Repetindo um tanto da argumentação da tese

número 5, é muito importante que as crianças sejam colocadas frente a diferentes desafios. Quando os PPPs dizem que pretendem formar cidadãos conscientes e críticos, que devem conhecer a realidade em que vivem, conhecer sobre a sociedade em que estão imersos, não é mais possível, deixar de usar diferentes mídias e tecnologias na escola. Vivemos em um mundo onde milhares de informações correm através da internet em tempo real, fornecendo

fontes quase inesgotáveis de pesquisa e conhecimentos. Não se utilizar das mídias na escola é isolar a escola do resto do mundo, o que contradiz os próprios PPPs.

A colega foi muito feliz em relembrar nossos objetivos contidos nos PPP’s que muitas vezes ficam engavetados nas escolas. As mídias e tecnologias estão presentes em todos os segmentos da sociedade, se a escola fechar os olhos para o que acontece no mundo, ficar isolada será mais um dos tantos problemas que precisamos enfrentar cotidianamente.

Mesmo estando a me repetir, não posso deixar de reafirmar  que modismo é sinônimo de pedagogia não compreendida, de método ineficaz e atividade sem significado para o aluno. Ou seja, quando as pedagogias que sempre foram utilizadas com intuito de embotamento do aluno, e não do seu crescimento são utilizadas com novos adereços, passando por novas. As mídias e tecnologias se tornaram fontes de informação e conhecimento que se bem direcionadas, conduzem ao crescimento, e a possível condição de sujeito de aprendizagem.

Um método só pode ser encarado como modismo, se a pedagogia que o embasa não muda. Quando nos utlizamos de uma que coloca o aluno sempre sob o entendimento de que ele pouco sabe, de que suas experiências anteriores ao período de escolarização ou extraescola não devem ser considerados, então qualquer metodologia, mesmo com características que pareçam inovadoras só servirão para mascarar o que continua velho. Sabemos que é bastante velha a pedagogia que  submete o aluno, tirando-lhe a condição de sujeito. 

Somente quem utilizou as TD na sala de aula é que pode dizer como são importantes nas aprendizagens escolares. O PPP lembrado pelas colegas, construído há alguns anos em minha escola e revisado por duas vezes, contempla este tipo de suporte na escola, pois é possível visualizar as construções acontecendo diante de nossos olhos.

Sinto que já estou me repetindo, mas volto a lembrar que a escola não está desvinculada de outros processos sociais e políticos. Existe, ao meu ver uma premeditação em deixar a escola pública de fora do acesso às diferentes mídias e tecnologias, para que seus frequentadores continuem servindo de mão de obra barata àqueles que possuem o acesso a esse bem cultural. 

8 - O uso das mídias e das Tecnologias Digitais possibilita ao aluno mudança de posicionamento diante da própria aprendizagem.

Concordo.

Quando o aluno se percebe em condições de procurar informações sozinho, também aguça sua curiosidade de procurar mais. Inicia o processo de comparações, elevando sua autoestima. Acredito que passa a opinar mais.

Com certeza. Se o aluno aprende a buscar conhecimento, a pesquisar e refazer o que errou ou melhorar o que não está bom ainda, uma mudança interna aconteceu, novas interações e conhecimentos estão sendo construído

Sem dúvida, quando o aluno descobre a possibilidade de realizar aprendizados sem depender totalmente da ajuda de alguém, sua autoestima se eleva e renova-se seu entusiasmo pelo aprender.

Reitero que quando o aluno percebe-se como capaz de encontrar caminhos que o auxiliem a desenvolver seu aprendizado, também começa a perceber-se como sujeito, como autor. Sua autoestima se eleva e lhe possibilita expressar mais suas opiniões e curiosidades. 

Conforme comentava no wiki de Zilá, há alunos que realmente encontram no computador um aliado as suas dificuldades, conseguindo superá-las muito bem. Podemos citar muitas oportunidades que foram utilizadas para construção de conhecimento, que vão desde simples digitações em word até simulações em sites que mudam as concepções ingênuas dos alunos, levando-os a entenderem o que tentamos inutilmente na sala, inumeras vezes.

A mudança de posicionamento é quase inevitável, por parte dos alunos, quando existe planejamento, intervenção mediadora por parte do professor e as ferramentas para serem utilizadas continuamente.

9 - O uso do computador nos espaços escolares deve estar associado à promoção da autoria e não somente à serviço da repetição das práticas transmissivas ou apoio ao estudo.

Concordo.

Os projetos de aprendizagem, se mostram como grande contribuição para o desenvolvimento da autoria. O problema é que muitas escolas ainda entendem o uso do computador como o adorno, referido na questão 3. Na minha escola, por exemplo, onde não consigo trabalhar somente com a proposta de PA, gostaria de que as crianças procurassem vídeos para pesquisa sobre aviões, pinturas e esculturas. Ocorre que o acesso ao youtube foi proibido pela secretaria de eduação. Ele fica bloqueado na escola. Assistir a um vídeo para pesquisa, para uma criança de 10 anos é ir ao encontro de suas possibilidades e curiosidades, considerando-se a fase psicogenética (operatório concreta -Piaget) em que se encontram, e também a fase de indústria denominada por Erikson. Em contraposição à leitura de textos onde devem retirar informações.

Volto a afirmar que este é o nosso maior desafio. Devemos estudar muito para aprender como fazer do nosso aluno protagonista na construção da sua aprendizagem, não podemos mais usar o computador como uma simples ferramenta de apoio ou um e-book somente, é necessário uma mudança de paradigma e é nossa responsabilidade oferecer aos alunos novas situações de aprendizagem em que as mídias sejam utilizadas como instrumentos de autoria.

Para que haja a autoria, concordo com a colega que precisamos, enquanto educadores, nos qualificarmos, tanto teoricamente como exercitar práticas diferenciadas sempre na perspectiva de conseguirmos tocar nossos alunos, incentivando-lhes a vontade de criar.  Devemos criar também, inventar, provar das possibilidades até encontramos os caminhos que possam servir de apoio aos nossos alunos.

 

Para que a tecnologia esteja a serviço da autoria é preciso que o professor se qualifique cada vez mais, apresentando aos alunos as grandes possiblidades de criação através dela.

Existem inúmeros programas que propiciam colaboração e autoria, mas que nem sempre são conhecidos. ´É preciso exercitar a pesquisa sobre eles e que áreas de desenvolvimento conseguem atingir. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A autoria é a força mestra que impulsiona nas mídias. A letra bonita, com "cara de livro" com imagem que quero, ou o filme gravado no celular, mostrando o que aprendi na aula de Cências ou Matemática As mídias são o produto visualizado do esforço que fiz, , ou da descoberta alegre que posso mostrar a todos.

A ida ao A.I. para copiar é o que temos visualizado ultimamente. Porém entendo que os profissionais da educação, seja por receio do computador ou pela falta de interesse neste conhecimento se restringem, muitas vezes ingernuamente, a cópias e pesquisas na net, desconhecendo as possibilidades que o pc nos pode oferecer como auxílio nas aulas.

Gostei muito da fala da colega quanto às imagens dos aprendizados e atividades, como resultados de todo o esforço empreendido.

Esse é um sentido bastante novo, eu creio, para demonstrar e constatar os avanços na aprendizagem realizada por parte dos alunos. 

 

 

 

 

 
 
 

AVALIAÇÃO 

Descreva como esta atividade lhe ajudou a aprofundar seus conhecimentos sobre a temática em debate. Apresente críticas e sugestões sobre este tipo de atividade.

Gostei de refletir sobre as teses, aliás gosto bastante desse tipo de atividade com a qual já estou familiarizada, pois foi utilizada durante o processo de aprendizagem dos PAs, na Interdisciplina de Seminário Integrador. Me fez relembrar e refletir sobre as diferentes pedagogias existentes. Se não entendemos a importância de haver um professor com papel de mediador das atividades, podemos cair nas duas polaridades,usando as mídias e tecnologias de forma diretiva, empirista, ou apriorista, deixando o aluno entregue a sua sorte, ( e não a sua capacidade). Realmente o uso das tecnologias pode não trazer transformações, afirmando-se apenas como um adorno de atividades, nesses dois casos. Também consegui pensar sobre a realidade como sendo não só o concreto, mas continuando a sê-lo. As mídias são uma parte de nossa realidade. As crianças da escola pública, como sempre, estão alijadas do acesso à vários bens culturais, inclusive ao uso das tecnologias, e portanto nos cabe como educadores inserí-las nesse processo.

Achei que essa atividade apresentou um número razoável de teses, que não se repetiram, embora se confirmassem de uma certa forma, como nas questões 8 e 9, 6 e 7.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Comments (1)

Luciana said

at 11:41 pm on Jun 23, 2010

Atividade finalizada!
Show!!!
Beijos

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